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Mostrando postagens com o rótulo Gafes de marketing

10 gafes de marketing nas redes sociais em 2013 - até agora

Um pedido nada corriqueiro colocou a Cacau Show em apuros nas redes sociais na semana passada. Um post na fanpage da marca pediu que os seus 4 milhões de seguidores "lambessem" a tela do computador, para sentir o gosto da fotografia de um chocolate. A brincadeira não pegou bem e gerou barulho - negativo - nas redes sociais, no mais recente episódio do rol das gafes de marketing na web do ano. Grandes nomes como C&A, Domino's, Taco Bells, AT&T e Danette também assistiram a ações de marketing na internet tornarem-se desasastres ao longo do ano. Em outros casos, as redes sociais serviram de palco para revelar "infidelidades" de garotos-propaganda. Relembre dez desses casos que marcaram 2013 - até agora.

Gafes de marketing que marcaram o mês de junho

Luciano Huck Garoto-propaganda da TIM há quase dois anos, Luciano Huck deixou escapar que usa Vivo em seu smartphone pessoal. O apresentador usou um celular com chip da Vivo para postar uma mensagem em sua conta no Instagram no dia 14 deste mês. ““Acordar com 10 milhões de pessoas em sua página pessoal... não é todo dia”, escreveu Huck, ao lado de uma imagem de captura de tela em que é possível perceber que a rede do seu aparelho é da concorrência.

8 anúncios que fizeram grandes marcas passarem vergonha

Ford
No começo deste ano, a equipe da agência JWT Índia postou (sem aprovação) na internet um anúncio para o Ford Figo que deu o que falar. Na ilustração, um sorridente e vitorioso Sílvio Berlusconi comemorava ter amarrado e amordaçado três mulheres curvilínas no porta malas do carro. A Ford correu para divulgar um pedido de desculpas e se disse “chocada” com os anúncios.

8 campanhas publicitárias que foram parar no Conar em 2013

Comercial quente da Axe
A Axe está entre os grandes anunciantes que tiveram de se mobilizar de acordo com as determinações do Conar. O filme “Duas gostosas e um sortudo” gerou uma advertência à marca, além dos votos dos conselheiros pela suspensão do vídeo. Denunciado por consumidores por “apelo excessivo à sensualidade”, o vídeo foi lançado exclusivamente na web. A empresa defendeu-se afirmando que "sempre apostou na linguagem